sábado, 9 de julho de 2016

Monografia

Hoje tive acesso à nota da minha monografia de final de curso. Fiquei radiante porque nunca teria adivinhado que correu assim tão bem!
É claro que criticas existem sempre e muitas vezes são construtivas, mas quando as ouvimos ficamos a duvidar ligeiramente das nossas competências e, consequentemente, surge a ânsia pelo resultado, que pensamos não ser aquele que gostaríamos.
E nas intermináveis semanas que antecedem o veredicto, convencemos-nos que não somos assim tão bons. Interiorizamos a ideia de que a nota não será brilhante, mas terá que chegar. 
E depois chega o dia D. E os resultados estão a um clique de distância! E o nosso coração bate a mil e parece que nos vai saltar do peito.
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E depois temos 19! E pensamos, "bolas, afinal correu bem"!

Nunca desistam, se o conseguem sonhar, também o conseguem concretizar!

domingo, 26 de junho de 2016

Ressurgimento

Hoje venho com um post diferente. Venho desculpar a minha ausência é parabenizar os meus feitos.
Venho gritar alto e em bom som, para todo o mundo ouvir: Consegui!
Depois de 4 anos de derrotas e de conquistas, ganhei a guerra. Depois de muitos não acreditarem, continuem a lutar e hoje, pela primeira vez desde o surgimento do Blogue, escrevo-vos como Enfermeira.
E que bem que sabe dizê-lo em voz alta..escrevê-lo, pensá-lo, o que for!
Finalmente, consegui!
E hoje, apesar de todos os obstáculos, cá me encontro, mulher, esposa, mãe, enfermeira!
A todos os que estiveram lá para mim, o meu sincero obrigada!
Aos que me tentaram dificultar o percurso, um obrigada também, por me terem fortalecido e me terem ensinado tudo o que não quero ser nesta mui nobre profissão!

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

DPOC

Limita o débito aéreo, associado a resposta inflamatória no pulmão, associado ao tabagismo e afetando uma faixa etária a partir dos 40 anos. 
Ocorre ainda em doente com deficiência da proteína alfa-1-antitripsina. 

Associado a:
  • ·         Bronquite crónica (tosse produtiva prolongada);
  • ·         Enfisema pulmonar (destruição alveolar progressiva).


Sintomas: dispneia, fadiga, tosse produtiva, cianose, infeções respiratórias recorrentes.

Diagnóstico: espirometria (prova de função pulmonar, fluxo de ar), gasometria arterial (pH, O2, CO2 no sangue), radiografia ao tórax (mostra enfisema), raio x, tomografia (confirma indicação para cirurgia).

Tratamento: cessação tabágica, broncodilatadores, corticosteroides, oxigenoterapia, fisioterapia pulmonar. Se houve indicação para cirurgia: redução do volume pulmonar ou transplante pulmonar.


Estádios: 0 – risco de DPOC; I – DPOC ligeira; II – moderada; III – grave; IV – muito grave. Confirmado na espirometria, consoante o rácio FEV/FVC (capacidade de expiração no 1º segundo).